TRANSAMAZÔNICA; A HISTÓRIA SE REPETE
| Veiculos atolados obrigando condutores e passageiros a terem que colocar o pé na lama |
O inverno começa a
ficar rigoroso na Transamazônica e com ela a BR230 começa a ficar intrafegável
em um trecho no Estado do Pará, entre Itaituba e Marabá, trafegar hoje na
estrada é reviver o passado há mais de 10 anos atrás, quando se vivenciava os grandes atoleiros da
Br 230, a mesma história se repete, no trecho entre os municípios de Brasil
Novo e Medicilândia onde existem três grandes atoleiros, filas de mais de dois
km de carros, carretas e ônibus se enfileiram na estrada. No atoleiro logo após
a agrovila do km 80 é onde está o pior atoleiro do trecho, caminhoneiros
conversaram com nossa reportagem nesta segunda feira 27/03 por volta das 9hs da
manhã e contaram que há dois dias estavam aguardando máquinas para arrumar o
local para que os mesmos pudessem seguir viagem.
Máquinas da prefeitura
de Medicilandia trabalham no trecho recuperando esses pontos críticos da
estrada. O trecho entre Brasil Novo e Medicilandia já foi licitado pela União para o
asfaltamento, a empresa responsável pela
obra iniciou os trabalhos há cerca de 4
anos e não colocou nenhum palmo de asfalto, e por falta de acordo com o governo
federal abandou o trecho em obra, a
estrada ficou abandonada, o que tem causado grandes transtornos para a
população principalmente nesta época do inverno.
| Enorme fila de veiculos aguardando a passagem de outros q estão em sentido contrario |
No início do mês de
março foi o trecho entre Altamira e Belo Monte do Pontal, dentro do município
de Vitória do Xingu, um trecho de 12 km de piçarra após a vila Santo Antônio e
a balsa de Belo Monte, um grande atoleiro se formou, outros km de filas de
carros se formaram, depois de duas semanas as máquinas arrumaram o trecho e a estrada passou a fluir normalmente.

Boa noite. Amigão se puder poste essa matéria passe no meu blog anonimosdeuruara.blogspot.com
ResponderExcluirDia 28/03/2012, servidores públicos da Secretaria municipal de saúde suspenderam suas atividades com intuito de reivindicar junto à gestão o pagamento dos seus salários atrasados. Entenda o caso: Os servidores municipais da saúde trabalharam mês de fevereiro, não receberam, trabalharam todo o mês de março também não receberam. Dia 28/03 suspenderam suas atividades para forçar uma conversa com a gestão, a gestora então compareceu ao Hospital, mas não deu confiança para os servidores que estão há dois meses sem salários, ao contrário, ordenou que os mesmos deveriam retornar as suas atividades imediatamente caso contrário seria abriria processo administrativo contra eles, não deu nem esperança de quando pagaria os salários atrasados, os servidores investidos do seu direito de reivindicar aquilo que lhes é de necessidade elementar corajosamente mantiveram a paralisação, logo mais a tarde receberam comunicado da Prefeitura que dia 29/03 estariam enviando a folha de pagamento para o banco (E essa tal folha é referente a apenas um mês dos dois que estão atrasados) hoje, dia 29/03 pouco antes do encerramento do expediente bancário funcionários ligaram para o banco onde informaram que ainda não haviam recebido essa tal “folha” ao que parece é apenas um engodo para ludibriar os servidores.
Os servidores informaram a gestão que caso não recebam seus salários dia 30/03 segunda-feira 02/04 estará instalado o estado de greve, a paralisação do dia 28/03 não comprometeu os serviços oferecidos aos pacientes do Hospital municipal de Uruará.
Um dia antes 27/03 um servidor da saúde que há dois meses não recebe salário e está com a esposa nos dias de dar a luz invadiu a prefeitura e encurralou o prefeito e passou a cobrá-lo veementemente para se desvencilhar do servidor irado o prefeito perguntava quanto ele queria o qual grita que não queria o dinheiro do prefeito queria apenas seus salários atrasados para se ver livre do homem o prefeito se comprometeu em pagar seus salários dia 30/03 e ainda lhe deu um agrado de R$ 350,00 para o leite da criança. Hoje dia 29/03 outro servidor também resolveu cobrar seus salários diretamente com o prefeito também invadindo a prefeitura, se essa moda pega!